segunda-feira, 31 de maio de 2010


Foi numa noite de luar, Que me senti levar, Foi então que tive em mente, Ser estrela cadente, Vaguear como duas almas apaixonadas, Juntas pelo universo, Libertar-me, destas amarras da vida, Sendo livre de voar pelo mundo, Sem parte definida, Sem local de chegada, Sem destino escolhido, Essa liberdade de viver, Apenas se compadece, com a vontade de oferecer. Por vezes, procuro-me no luar, Fascina-me o teu olhar, Pergunto-me, se estou a sonhar, Não sei ! Sei apenas, que tenho sempre o luar, Para me acompanhar!

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Essência

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